terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

   Exportação de petróleo do Brasil dispara ante 2013

Exportação disparou 134,7% em janeiro em relação há um ano, para 1,1 bilhão de dólares, com aumento de preço e do volume exportado

 
Derick E. Hingle/Bloomberg
Plataforma de petróleo
Plataforma de petróleo: exportações registraram queda na comparação com dezembro, quando somaram 2,76 milhões de toneladas
Rio de Janeiro - A exportação de petróleo no Brasil disparou 134,7 por cento em janeiro em relação há um ano, para 1,1 bilhão de dólares, com aumento de preço e, principalmente, do volume exportado, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira. Em janeiro de 2013, o valor somou 473 milhões de dólares.
Em volume, as vendas de petróleo somaram 1,7 milhão de toneladas, contra 735 mil toneladas no mesmo período do ano anterior.
O preço do produto exportado foi de 652 dólares por tonelada, ante 643,8 dólares em janeiro de 2013.
As exportações registraram queda na comparação com dezembro, quando somaram 2,76 milhões de toneladas e 1,77 bilhão de dólares.
Minério de Ferro
Já a exportação de minério de ferro do Brasil atingiu 24,7 milhões de toneladas em janeiro, ante 31,8 milhões de toneladas em dezembro e praticamente estável ante o mesmo mês de 2013 (24,65 milhões de toneladas).
O valor da exportação, de 2,482 bilhões de dólares em janeiro de 2014, também superou o registrado no mesmo mês de 2013 (2,257 bilhões), mas foi inferior aos 3,204 bilhões alcançados em dezembro, diante de menores volumes embarcados.
Os preços ficaram praticamente estáveis ante dezembro, a cerca de 100 dólares por tonelada, mas apresentam alta na comparação com janeiro de 2013 (91,6 dólares por tonelada).
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Internet e o pânico das TVs abertas

 
29/1/2014 14:00
Por Altamiro Borges - de Brasília

A Suprema Corte dos EUA julga em abril um processo aberto pelas 4 maiores tevês do país contra a Aereo, uma pequena empresa que criou uma nova maneira de ver tv
A Suprema Corte dos EUA julga em abril um processo aberto pelas 4 maiores tevês do país contra a Aereo, uma pequena empresa que criou uma nova maneira de ver tv
O jornalista João da Paz, do sítio “Notícias da TV”, publicou nesta semana uma informação que deve causar pânico nos donos das emissoras de televisão no Brasil. Segundo revela, a Suprema Corte dos EUA julgará em abril um processo aberto pelas quatro maiores tevês do país (ABC, NBC, Fox e CBS) contra a Aereo, uma pequena empresa que criou uma nova maneira de assistir televisão. “O que a Aereo faz é pegar os sinais abertos dessas quatro emissoras com uma pequena antena moderna e retransmiti-los pela internet, dando ao telespectador a oportunidade de assistir a esses canais no computador, em tablets e em smartphones, com a opção de gravar e pausar programas. Tudo em alta definição”.
O novo serviço tende a promover uma hecatombe na forma de assistir tevê. O internauta faz a assinatura mensal no valor de US$ 8 (R$ 19,20) e tem a possibilidade de gravar um programa por vez, até o limite de 20 horas de armazenamento. Até o momento, os serviços da Aereo já estão disponíveis em 26 cidades do país, incluindo Nova York, Boston, Washington, Filadélfia e Dallas. Em outubro, o Wall Street Journal informou que somente em Nova Iorque já seriam de 90 mil a 135 mil assinantes. Diante do risco da acentuada queda de audiência e de recursos publicitários, as poderosas corporações alegam que a Aereo rouba o sinal e infringe direitos autorais.
Na titânica batalha jurídica em curso, a inovadora empresa até agora tem levado a melhor. Segundo informa João da Paz, “a Suprema Corte vai dar continuidade ao caso julgado na Segunda Corte de Apelação de Nova York, em abril de 2013, cujo resultado foi favorável à Aereo. Os juízes de Nova York entenderam que o serviço prestado pela empresa é legal. O criador e diretor-executivo da Aereo, Chet Kanojia, de 43 anos, disse em comunicado após essa decisão que ‘esperamos apresentar nosso argumento na Suprema Corte, certos de que o mérito do caso irá prevalecer’”.
A empresa conta com um trunfo nesta batalha. O magnata da comunicação Barry Diller, ex-diretor da Paramount e da Fox, decidiu apostar no negócio inovador. Ele hoje comanda a empresa de internet InterActive Corporation e tem uma fortuna calculada em US$ 2,8 bilhões. “Diller é um dos principais investidores da Aereo.
Neste mês, mesmo em meio a esse tumulto, ele conseguiu atrair US$ 34 milhões para financiar a expansão da empresa. ‘Passamos por três julgamentos em 2013 e em todos eles as Cortes Distritais decidiram que o nosso negócio é perfeitamente legal’… Ele calcula que o Aereo poderia ter entre 10 milhões e 20 milhões de assinantes se pudesse operar amplamente, sem restrições”.
A batalha, porém, será prolongada e sangrenta. “As quatro emissoras agem agressivamente contra Aereo. A CBS é bem enfática sobre o assunto e se posicionou de forma direta em comunicado. ‘Nós acreditamos que o modelo de negócios da Aereo é alicerçado em roubo de conteúdo’, diz a emissora de maior audiência dos EUA. A Fox se mostrou mais radical, ameaçando ir para a TV por assinatura se a Aereo vencer na Suprema Corte. Quem também comprou a briga das emissoras, e adotou um tom tão agressivo quanto, foram as ligas esportivas NFL (futebol americano) e MLB (beisebol). Ambas têm acordos bilionários com os canais abertos e divulgaram nota afirmando que vitória da Aereo vai prejudicar os negócios”.
As quatro redes inclusive já trabalham com um plano B para a hipótese da Aereo vencer a batalha jurídica. Elas planejam mudar a forma como emitem seus sinais, com o objetivo de impedir que as antenas da Aereo os captem. “Outro problema para os canais abertos, se derrotados na Suprema Corte, será lidar com as operadoras de TV por assinatura, que pagam preços altos para ter NBC, ABC, Fox e CBS em seus pacotes. A decisão judicial a favor da Aereo pode mudar esse tipo de negócio”. O clima é de guerra nas tevês abertas dos EUA.
A inovação da Aereo, mais um fruto da revolução informacional promovida pela internet, coloca em perigo o modelo de negócios das poderosas redes que exploram as concessões públicas de televisão. Caso vingue nos EUA, a experiência rapidamente deverá se espalhar pelo mundo – atingindo, também, o Brasil. Desta forma, mais uma vez a internet ameaçará o império da TV Globo e outras emissoras da tevê aberta!
Altamiro Borges, é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e organizador do livro

sábado, 25 de janeiro de 2014


 

RESUMO DAS NOTÍCIAS DOS JORNAIS DE HOJE (25-01-2014 - SÁBADO

    

 
25 de janeiro de 2014


Correio Braziliense
Manchete: Rolezinho fecha shopping, polícia reforça segurança
A mobilização de jovens pela internet teve a primeira consequência em Brasília. O shopping Iguatemi, alvo de um protesto programado para hoje, anunciou que fechará as portas neste sábado. Em nota, o centro comercial disse respeitar iniciativas democráticas e pacíficas, mas não tem condições de receber “qualquer tipo de manifestação". As forças de segurança do Distrito Federal vão ampliar a vigilância em 13 shopping centers, afim de garantir a tranquilidade de consumidores. “O cidadão deve manter sua programação. Quem planejou ir ao shopping fazer compras ou se entreter, deve fazer com naturalidade. Estamos preparados para garantir a segurança e intervir caso necessário", disse o coronel da PM José Carlos Neves Ribeiro. (Págs. 1 e 6)
Déficit recorde acende alerta
O rombo comercial de US$81,3 bilhões nas contas externas deixou o mercado intranquilo e deve afastar ainda mais os investidores estrangeiros do país. (Págs. 1 e 8 e 9)
Discurso para acalmar Davos
A fim de atrair investidores e manter o otimismo com a economia brasileira, Dilma defendeu o controle dos gastos e o combate à inflação. (Págs. 1 e 10)
Fuga de dólares causa incertezas na Argentina (Págs. 1 e 9)


Investigação adia benefício para Dirceu
A Vara de Execuções Penais determinou a reabertura da apuração do suposto uso de celular pelo ex-ministro na Papuda. O caso havia sido arquivado pela Subsecretaria do Sistema Penitenciário sem o aval da Justiça. Enquanto durar o processo, o petista não pode trabalhar fora do presídio. (Págs. 1 e 2)
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Jornal do Commercio


Manchete: Olinda tenta conter abusos nas prévias
Foram anunciadas várias medidas, que começam com bloqueio de veículos no Sítio Histórico. Segurança terá 160 PMs e 40 guardas municipais. Ambulantes serão fiscalizados. (Págs. 1 e cidades 2)
Dilma em Davos: Presidente aproveita discurso em fórum para atrair novos investimentos. (Págs. 1 e 8)


Falta dólar nas casas de câmbio
Quem vai viajar precisa se planejar. Procura pela moeda americana em cash desabastece o mercado local. (Págs. 1 e economia 1)
Médicos faltam e atrasam os atendimentos
MPPE e Cremepe prometem providências em relação a hospital de Caruaru. (Págs. 1 e cidades 4)
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Zero Hora


Manchete: A volta do efeito tango? Disparada do dólar na Argentina eleva riscos
Crise cambial no país vizinho espalha temor sobre impacto da desvalorização de moedas em emergentes, inclusive o Brasil. (Págs. 1 e 16 e 17 [Maria Isabel Hamme])
Protestos: Governo vai dialogar com grupos que rejeitam Copa
Gilberto Carvalho disse, em Porto Alegre, que Planalto dará atenção especial a cidades-sede. (Págs. 1 e 23)

Estreia aprovada
Ao lado do fundador do fórum de Davos, Dilma causa boa impressão em líderes mundiais. (Págs. 1 e 4,5 e 12)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

RESUMO DAS NOTÍCIAS DOS JORNAIS DE HOJE (21-01-2014 - TERÇA-FEIRA
21 de janeiro de 2014
 
O Estado de S. Paulo
Manchete: Déficit da Previdência sobe e vai a R$ 50 bilhões em 2013Para diminuir rombo, governo quer modificar regras de pensão por morte e de auxílios-doença e invalidez.

Dados obtidos pelo Estado mostram que o rombo com gastos previdenciários deu um salto em 2013, levando o País a registrar outro déficit no setor. A conta ficou negativa em R$ 49,9 bilhões, informa Mauro Zanatta. O governo esperava um equilíbrio na comparação com 2012, quando a diferença entre arrecadação e gastos com quase 28 milhões de benefícios fechou no vermelho em R$ 42,3 bilhões. O governo diz que a elevação dos gastos é explicada pelo pagamento, por decisão judicial, de quase R$ 3 bilhões em passivos acumulados nos anos anteriores. Também pesaram revisões do teto de benefícios com reajuste acima da inflação e o recálculo de auxílios-doença e aposentadorias por invalidez, despesas que a Previdência quer rever. As pensões por morte, que custam R$ 140 bilhões por ano ao País, também devem ter suas normas alteradas em breve pelo governo. (Págs. 1 e economia B1 e B3)

R$ 65,4 bi

Foi o total de despesas com a concessão de auxílios-doença e por invalidez em 2013.
MPE quer que Prefeitura indenize por enchentes
O Ministério Público Estadual foi à Justiça contra a Prefeitura de São Paulo para obrigá-la a resolver o problema dos alagamentos na cidade e indenizar as pessoas que sofreram danos com as enchentes. A Promotoria de Habitação e Urbanismo identificou 422 pontos no centro expandido que sofreram ao menos quatro inundações anuais de 2005 a 2013. (Págs. 1 e metrópole A13)
Mercadante já dá parte do expediente na Casa Civil
A presidente Dilma Rousseff nomeará Aloizio Mercadante (PT) para a Casa Civil com o objetivo de fazer a ponte entre o governo e a campanha da reeleição. Ontem, ele já despachava informalmente no Planalto. O empresário Josué Gomes da Silva/PMDR) deve assumir o Desenvolvimento e fará parte do grupo dos que permanecerão em caso de vitória. (Págs. 1 e política A4)
Roseana contrata sem licitação empresa doadora
O governo Roseana Sarney (PMDB) contratou sem licitação para a construção de três prisões no Maranhão uma empresa que doou R$ 225 mil para o diretório maranhense do PMDB em 2010, quando ela foi reeleita, reporta Marcelo Gomes. (Págs. 1 e metrópole A16)
Delúbio trabalha na CUT e reduz pena
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares começou a trabalhar na sede da CUT em Brasília. Condenado no processo do mensalão a 6 anos e 8 meses de prisão, ele receberá R$ 4,5 mil mensais como assessor da presidência. A cada 3 dias de trabalho, Delúbio reduzirá 1 dia da pena. A defesa de José Genoino confirmou o pagamento da multa no mensalão de RS 667,5 mil. Outros dois, de cinco condenados, pediram prorrogação do prazo. (Págs. 1 e política A8)
Crime prescrito
A Justiça confirmou a prescrição dos crimes de peculato e formação de quadrilha pelos quais o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia foi acusado no mensalão mineiro, de 1998. (Págs. 1 e A8)
‘Mundo está de olho’, diz Fifa
Em visita a Itaquera, Jérôme Valcke, da Fifa, elogiou as obras do estádio, que deve ser entregue em abril, mas avisou: "O mundo está de olho". (Págs. 1 e A18)
Alckmin pagará bônus a policiais
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) pagará até R$ 2 mil de bônus aos policiais de São Paulo que atingirem metas em três indicadores de criminalidade. (Págs. 1 e metrópole A15)
‘Rolezinho’: ministro defende diálogo (Págs. 1 e metrópole A17)



ONU exclui Irã de diálogo sobre Síria (Págs. 1 e internacional A9)


Dora Kramer: Volta por baixa
Dilma faz o caminho inverso ao da “faxina ética”, e sem a cerimônia de algum tempo atrás, quando reintegrou alguns dos demitidos. (Págs. 1 e política A6)
José Paulo Kupfer: Desigualdade no emprego
A nova pesquisa Pnad Contínua, que abrange mais de 200 mil domicílios, mostra com mais nitidez desequilíbrios de mercado de trabalho. (Págs. 1 e economia B4) 
Notas & Informações: Os ônibus - exagero e realidade
Seria bom que o serviço de ônibus estivesse melhorando tanto quanto dizem autoridades em SP. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense


Manchete: Rolezinho universitário no Planalto e no Senado
Um grupo de alunos da Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, sentiu na pele o que é ter os direitos restritos. Acampados próximo ao Palácio do Planalto, eles reivindicavam a federalização da instituição de ensino. Os manifestantes foram detidos pela PM, levados ao Senado e ouvidos pela Polícia Legislativa. Vão responder por desacato à autoridade. As forças de segurança agiram em razão da norma que proíbe acampamentos na área da Esplanada. Representantes de shopping centers, por sua vez, pedem uma interferência do governo federal a fim de evitar tumultos nos rolezinhos. Alvo de muitas interpretações políticas, os jovens da classe C se tornaram os reis dos centros de compras. Eles gastam R$ 130 bilhões por ano e adoram roupas de marca e produtos eletrônicos, em uma atitude de estilo contra o preconceito. (Págs. 1 e 6 e 11)
Emprego de Delúbio é para poucos
Condenado pelo mensalão, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares iniciou ontem as atividades como assessor da CUT. Levantamento mostra que benefício, como o dele, é realidade de apenas 8% dos presos no DF. (Págs. 1 e 2 e 3)
MP vai enquadrar CBF por oferta de dinheiro à Lusa (Págs. 1 e superesportes capa)


Eleições no DF: Oposição bate cabeça para vencer Agnelo
Ainda sem um nome que os represente nas eleições de outubro, grupos ligados aos ex-governadores Arruda e Roriz veem mais um aliado — Luiz Pitiman — acenar que pode ficar fora da corrida para o Buriti. (Págs. 1 e 19)
Com Lula, Dilma desenha reforma
Presidente ouve o núcleo da campanha à reeleição, entre eles Lula, para definir mudanças na Esplanada. Futuro chefe da Casa Civil, Mercadante já despacha no Planalto. (Págs. 1 e 4)
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Estado de Minas


Manchete: Invasão paulista na UFMG
Com a entrada no Sisu, cresce o número de selecionados de outros estados, principalmente de SP.

A concorrência nacional pelas vagas na universidade, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que tem por base as notas do Enem, levou a uma explosão dos aprovados de fora de Minas. Em 2011 eles representavam 4%, percentual que subiu para 9% em 2012 e recuou para 7% no ano passado. Agora, a proporção dos “forasteiros” saltou para 17%. Os paulistas são disparadamente a maioria: 349 dos 3.535 selecionados para o primeiro semestre na UFMG, ou quase 10% do total, são do estado mais rico e populoso do Brasil. Depois de São Paulo, o Espírito Santo é o segundo com maior número de aprovados (60). Entre os futuros calouros há gente de todas as unidades da federação, exceto da Paraíba. (Págs. 1 e 17)
Coreia do Sul: Dados de 80 milhões de cartões são roubados (Págs. 1 e 15)


Os novos donos dos shoppings
Pesquisa revela que jovens da classe C são os principais clientes desses centros comerciais no Brasil, com potencial anual de consumo de R$130 bilhões.

Gastos superam os da parcela mais rica da população, estimados em R$80 bilhões. (Págs. 1 e 11)
Livre, até as 18h
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares deixou ontem o centro de detenção onde cumpre pena em Brasília para seu primeiro dia de trabalho na sede da CUT. (Págs. 1 e 2 e 3)
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Jornal do Commercio


Manchete: Aposentadorias têm perda de 81% 
Confederação de Aposentados, Pensionistas e Idosos diz que, nos últimos 20 anos, segurados do INSS que recebem mais que o salário mínimo têm benefícios cada vez mais achatados. (Págs. 1 e economia 3)
Mensalão
Genoino paga multa de R$ 667,5 mil. Valério pede para prorrogar prazo. (Págs. 1 e 5) 
ProUni divulga primeira lista de beneficiados
MEC anuncia selecionados do programa que dá bolsas a egressos da rede pública. Matrícula vai até sexta. (Págs. 1 e 7)
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Zero Hora


Manchete: Estratosféricos 280%: Brasil, nº 1 da América em juro no cartão
Sem limite para a cobrança, taxa anual é seis vezes maior do que a do segundo colocado, o que aumenta a inadimplência. (Págs. 1 e 16)
País na mira: ONG critica violações de direitos (Págs. 1 e 22)


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Brasil Econômico


Manchete: Dilma vai a Davos para reforçar a confiança
A presidenta Dilma Rousseff chega ao Fórum Econômico Mundial, nesta sexta-feira, disposta a mostrar o compromisso do país com investidores e com a estabilidade econômica. Na comitiva do governo brasileiro estão Guido Mantega, Alexandre Tombini e Fernando Pimentel. (Págs. 1 e P6)
Rogerio Studart: Em Davos, é importante para o Brasil renovar diálogo com a comunidade global de negócios (Págs. 1 e P7)


China: Crescimento de 7,7% em 2013 mostra desaceleração de ritmo da economia, dizem analistas (Págs. 1 e P22)




Uma questão de segurança
O mercado de segurança eletrônica está em expansão no Brasil. As residências das classes B e C e os varejos de pequeno porte já adotam as tecnologias. “Hoje, temos mais projetos em condomínios de classe média de bairros afastados de São Paulo do que em empreendimentos de alto padrão”, diz Fernando Moreira, da G-Eletro. (Págs. 1 e P11)
Consumo de energia: ‘Ar-condicionado é o novo chuveiro elétrico’
O aparelho, cada vez mais presente nos lares brasileiros, é apontado como o novo vilão pelas distribuidoras, que alegam não ter recursos para os investimentos necessários. (Págs. 1 e P4 e 5)
Tecnologia: O governo brasileiro parece enfim discutir seriamente a segurança da informação (Págs. 1 e P13)




Antirreclamação: Susep regula apólices de responsabilidade civil para administradores de empresas (Págs. 1 e P17)



Luz: LEDesign chega ao país, com produto equivalente à incandescente de 100 watts (Págs. 1 e P14)



Mosaico: As ligações das famílias Arraes e Campos com a Imip vão além do secretário de Saúde (Págs. 1 e P2)

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dilma rejeita dar mais um ministério ao PMDB
 


NATUZA NERY
TAI NALON
DE BRASÍLIA
 
 
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A presidente Dilma Rousseff iniciou na segunda-feira (13) as negociações para a reforma no primeiro escalão do governo com uma sinalização negativa ao PMDB: será difícil ampliar o espaço do partido na Esplanada. Em conversa de mais de duas horas com vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), ela confidenciou que precisa contemplar com cargos outros partidos da coalizão que estariam hoje sub-representados no Executivo, caso do PTB e do recém-criado Pros.
A presidente quer aproveitar a saída de vários ministros que irão concorrer nas próximas eleições para contemplar os partidos da base. Por exemplo, na Saúde o ministro Alexandre Padilha irá deixar o posto para concorrer ao governo de São Paulo. Na Casa Civil, Gleisi Hoffman (PT) também sairá para disputar a eleição no Paraná.
A Esplanada tem hoje 39 ministérios ou pastas com cargos cujos ocupantes têm o status de ministro.
Conquistar uma sexta vaga, em particular a da Integração, era o objetivo declarado do PMDB.
O ministério era ocupado por Fernando Bezerra (PSB), que entregou o cargo no ano passado depois que Eduardo Campos anunciou o desembarque de seu partido do governo para ficar à vontade nas negociações políticas de sua candidatura.
No Palácio do Jaburu, residência oficial do vice, peemedebistas aguardavam na segunda-feira a chegada de Temer interessados em informações da reforma ministerial.
Ouviram do vice um relato de poucos detalhes, mas suficientemente claro no principal: Dilma precisará usar alguns dos principais cargos para evitar que outras legendas que hoje estão na órbita do governo passem a gravitar em torno dos adversários Aécio Neves (PSDB-MG) e Eduardo Campos (PSB-PE), prováveis adversários nas eleições deste ano e ambos com muito pouco tempo de TV.
Nos cálculos internos, Dilma quer chegar a ter mais do que 50% dos minutos destinados à propaganda eleitoral em relação aos oponentes. Essa meta depende do sucesso da reforma e do grau de satisfação na base na distribuição de postos na administração federal.
No PMDB, legenda conhecida pelo apetite por cargos, o aceno pessimista da presidente não deve ficar sem resposta.
Ao saber do resultado da conversa preliminar, o líder da bancada peemedebista na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), propôs a convocação de uma reunião da cúpula do partido para a noite de quarta-feira com o objetivo de discutir como se posicionar.
Dilma deve usar ainda esta semana para continuar as tratativas com outros partidos. Falta dar uma resposta ao Pros do governador cearense Cid Gomes (CE), aliado de primeira hora antes, durante e depois do desembarque do PSB do governo.
O PTB e o PP também deverão receber resposta para seus pleitos nesta semana. Além da Integração Nacional, o Planalto estuda alocá-los em pastas de menor vulto na Esplanada, como Turismo, no caso de o PMDB abocanhar outro ministério, ou mesmo Portos e Cidades.
O plano do Palácio do Planalto é acelerar a reforma nos primeiros dias de fevereiro, quando Dilma retorna de uma série de compromissos internacionais para focar na transição de suas pastas.
Dilma ouviu mais de uma vez de Temer, entretanto, que fazer as mudanças durante o recesso parlamentar protegeria o governo de eventuais crises com o Congresso na retomada de seus trabalhos, em fevereiro.


Editoria de Arte/Folhapress

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Tarso comemora crescimento do RS e prevê luta ideológica acirrada em 2014

Em entrevista à Carta Maior, o governador gaúcho faz um balanço de três anos de governo, responde críticas da oposição e avalia cenários para 2014. 
Marco Aurélio Weissheimer
Imprensa/Palácio Piratini

Porto Alegre - Em entrevista à Carta Maior, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, faz um balanço de três anos de governo e responde críticas de partidos de oposição. Tarso prevê um debate programático e ideológico em 2014 e avalia que luta política e luta ideológica estão plenamente fundidas no Estado que foi governado recentemente pelo PSDB mais puro (com Yeda Crusius) com apoio de um “polo ideológico mais histórico, originário da ditadura militar, a velha Arena representada pelo PP”. Respondendo às críticas de que o atual governo estaria “gastando demais”, o governador afirma:

“Nosso programa parte do pressuposto que é possível fazer o Estado sair da crise, qualificar os seus serviços, combater a pobreza extrema, com crescimento que gere empregos e não com encolhimento que gera pobreza e desemprego. Ele se opõe a este olhar simplista e medíocre, representada especialmente pelo Governo Yeda, cuja síntese foi a visão meramente contábil do "déficit zero", que, aliás, é uma invenção midiática”.

E enfatiza os atuais números da economia do Estado, cujo desempenho foi superior à média nacional em 2013. O Produto Interno Bruto gaúcho deverá fechar 2013 em torno de 6%, mais que o dobro do índice nacional. No segundo trimestre, enquanto a média brasileira apontou um crescimento de 3,3%, a economia gaúcha cresceu mais de 15%. O acumulado no primeiro semestre chegou a 8,9%, de acordo com a Fundação de Economia e Estatística (FEE), índice superior aos 2,6% registrado para o conjunto de regiões do Brasil. O valor exportado do ano alcançou a cifra de US$ 17,5 bilhões, um aumento de 28,6%, o terceiro Estado em exportação. A safra gaúcha bateu recordes este ano e a indústria cresceu 6,1%, o maior crescimento segundo pesquisa do IBGE, enquanto a média brasileira situa-se em 1,6%.

Na entrevista, Tarso também fala sobre as eleições de 2014 e diz que a sua candidatura à reeleição ainda não está definida. “Estamos criando as condições externas e internas para declarar, ou não, a minha candidatura. Penso que não serei o candidato mais indicado, por exemplo, se  o nosso partido, nacionalmente, decidir que a Presidenta deverá ter aqui dois palanques”, afirma.

Carta Maior: O Rio Grande do Sul apresenta o maior índice de crescimento do país este ano. No entanto, partidos de oposição como o PP e o PSDB criticam a orientação do atual do governo dizendo, entre outras coisas, que está gastando demais? Qual a sua resposta a essas críticas?

Tarso Genro: Talvez o nosso Estado seja aquele em que a luta política e a luta ideológica estejam mais plenamente fundidas, não somente porque recentemente o Governo esteve nas mãos do mais "puro" PSDB - que se elegeu num lance de sorte e com um  apoio galopante da maioria da mídia - mas também porque tem um polo ideológico mais histórico, originário da ditadura militar, a velha Arena representada pelo PP,  que aqui sempre fez opções à direita e não ao centro, como eventualmente ocorre em outras unidades da Federação.

Desta união de partidos e setores de classes, articula-se, ora ganhando para seu campo outros partidos tradicionais, um bloco com apoio majoritário dos grandes empresários locais e cujo centro programático parte sempre do seguinte: as finanças públicas estão em ruína porque o Estado tem funcionários demais, os incentivos fiscais devem predominantemente atrair grandes montadoras para "puxar" o desenvolvimento, o salário mínimo regional faz o Estado "perder competitividade", os agentes públicos em geral são incompetentes, o mal do "corporativismo" é que sempre impediu o Estado de decolar e o que nós precisamos é de mais incentivos fiscais, menos impostos, mais obras de infraestrutura e mais privatizações.

Como se funde, no concreto, a política e a ideologia?  De uma parte, reduzindo as funções públicas do Estado para mostrar, a partir daí, que ele é uma máquina lenta que só atrapalha os bons empresários e, de outra, criticando os gastos públicos de natureza social e os que são destinados a recuperar aquelas funções públicas, que eles desbaratam quando estão no Governo.

Carta Maior: Em que aspectos fundamentais sua visão de governo difere da oposição?

Tarso Genro: O nosso programa de governo só foi possível ser implementado com apoio do Governo Federal. Ele se opõe a este olhar simplista e medíocre, representada especialmente pelo Governo Yeda, cuja síntese foi a visão meramente contábil do "déficit zero", que, aliás, é uma invenção midiática. Nosso programa parte do pressuposto que é possível fazer o Estado sair da crise, qualificar os seus serviços, combater a pobreza extrema, com crescimento que gere empregos e não com encolhimento que gera pobreza e desemprego. Para tanto, é preciso atrair investimentos públicos e  privados que energizem a base produtiva local, que se acoplem nela - por exemplo ajustando as  encomendas dos seus  insumos para dentro do Estado - e  saindo do sufoco financeiro pela reestruturação da dívida pública, o que já está em curso.

É preciso, neste novo contexto político e econômico, não sucatear, mas ampliar os  direitos sociais: melhorar os salários dos servidores, ampliar o quadro de funcionários de acordo com as reais necessidades da prestação de serviços e utilizar as agências financeiras do Estado para incentivar a produção de baixo para cima, ou seja, desde a agricultura familiar, até as médias e pequenas empresas locais, que aqui no Rio Grande do Sul compõem uma vasta rede com centenas de cooperativas de grande importância na história econômica e produtiva  do Estado.

Sair da crise crescendo, não caindo na armadilha funesta do neoliberalismo, que reza ser um dever penalizar os mais pobres, para melhorar a vida de todos num dia inatingível. As grandes empresas pautam, hoje, seus investimentos mais pelo ambiente social e político das regiões, do que exclusivamente por incentivos unilaterais que elas sabem que nem são bem recebidos pelas comunidades em que elas se instalam.

Carta Maior: Considerando os governos anteriores, quais são, na sua opinião, as principais mudanças alcançadas nestes três anos de governo? Foi possível fazer alguma mudança qualitativa?

Tarso Genro: Nosso Estado está crescendo mais do que o dobro do Brasil, a nossa rede de microcrédito já financiou milhares de pequenas e microempresas com 262 milhões de reais, incorporamos no nosso programa de renda para combate à miséria extrema 62 duas mil famílias e queremos chegar a 100 mil em 2014.

Nosso Pronatec é o maior do Brasil em termos absolutos; promovemos aumentos inéditos no salário mínimo regional para aumentar o consumo de mais de um milhão de trabalhadores que dependem deste salário;  reformamos o sistema de incentivos fiscais e adotamos uma política industrial específica para o Estado, tendo atraído já quase trinta bilhões de reais de investimentos privados - alguns em andamento e outros já feitos, como o da Companhia Rio-grandense de Celulose, o maior da história do Estado, com 5 bilhões de reais.

Dobramos os recursos para a saúde pública e estamos chegando a uma mortalidade infantil com menos de um dígito por mil nascituros; a resolução dos homicídios pela Polícia Civil, reequipada e reformada, subiu de em torno de 20 por 100, para 70 por 100. Já montamos três planos Safras Regionais, com mais de três bilhões de reais em cada ano para financiar a agricultura familiar e de porte médio, no Estado; retomamos os investimentos em estradas através de financiamentos obtidos em agências nacionais e internacionais.

Instituímos uma espécie de "passe livre" estudantil, nas regiões que o Estado tem o controle do transporte coletivo com recursos do Tesouro do Estado; instituímos, aqui,  um sistema de participação popular inédito, integrando Orçamento Participativo, Consulta Popular Direta através da forma "plebiscitária", a participação virtual pela internet  (via Gabinete Digital), Conselhos Regionais de Desenvolvimento e Plenárias Consultivas no interior.

Essas são mudanças feitas dentro da democracia, que conseguimos graças a um sistema de alianças que nos permitiu governar com maioria e ir até o limite do possível. Algumas delas são mudanças qualitativas, que terão reflexos no futuro, inclusive para oxigenar as classes empresariais locais, que são extremamente conservadoras, cuja agenda é praticamente sempre a mesma: menos impostos e arrocho no salário mínimo regional.

Carta Maior: A oposição já está apresentando seus argumentos e críticas. Quais devem ser, na sua avaliação, os principais pontos do debate eleitoral no Estado em 2014?

Tarso Genro: O debate será programático e também ideológico. Hoje é impossível desconectar a oposição a nós, aqui no Estado, do que foi o Governo Yeda e o Governo Britto,  governos mais expressivos das posições programáticas e ideológicas desta turma. Não estou falando, aqui, de competência nas gestões nem de questões penais. Estou falando de programas mesmo, de ações de governos, de tratamento das aspirações populares, de visão de desenvolvimento dentro do sistema capitalista e dentro do regime democrático.

É de se notar, por exemplo, que nas lutas mais corporativas  - radicalizadas por uma extrema-esquerda carente  de programa e sem propósitos de governar o Estado - esta oposição da direita ideológica sempre deu cobertura política ao esquerdismo voluntarista, seja na Assembleia Legislativa, seja junto ao movimento das categorias profissionais.

Estamos plenamente preparados para o debate, no terreno dos números, no terreno ideológico e nas questões de natureza programática, para debater com os dois extremos, a partir de uma visão de esquerda que aceita a responsabilidade de governar e governa dentro da ordem democrática da Constituição de 88.

Carta Maior: O calendário eleitoral vem se acelerando nas últimas semanas, com os partidos se movimentando em torno de possíveis alianças. O pré-candidato do PDT ao governo do Estado, Vieira da Cunha, estaria cogitando uma aliança com Aécio Neves em nível federal. Qual sua opinião sobre essa possibilidade?

Tarso Genro: Vieira da Cunha é uma liderança histórica do PDT do Estado, que esteve conosco, no Governo, até há poucos dias atrás e que governou conosco totalmente integrado e leal, com três secretários importantíssimos: esportes, saúde e relações federativas. Estranhei este movimento do Vieira e creio que se trata, na verdade, apenas de um tiro de pólvora seca, pois o Aécio, em especial, não significada nada para as bases eleitorais do PDT aqui no Estado, pelos menos do PDT de Brizola.

De qualquer forma não devo fazer qualquer juízo de valor, pois esta é uma questão que deve ser analisada nas instâncias internas do PDT, partido que eu respeito e considero nosso aliado estratégico. O fato é que nós, da esquerda, devemos nos preparar para um  novo período histórico no Brasil, a partir de 2015, quando o modelo lulo-desenvolvimentista, como eu gosto de chamar, estará esgotado. Esgotado porque deu certo, não porque deu errado. Isso significa que deveremos reciclar, não só o nosso sistema de alianças, mas também preparar as condições políticas e econômicas para acabar, não mais somente com a miséria extrema no país, mas acabar com a pobreza e com as humilhantes desigualdades sociais que permanecem uma marca bem brasileira.

Creio que nem Aécio nem Eduardo Campos, estão preocupados efetivamente com isso, pois o que se tem visto quando se une choque de gestão com desenvolvimentismo liberal, é mais riqueza e poder concentrados e mais desigualdades sociais e regionais. O México, o Chile, o Peru e outros já passaram por isso.

Carta Maior: Quando será anunciada a sua decisão sobre a candidatura à reeleição ao governo do Estado?

Tarso Genro: Estamos criando as condições externas e internas para declarar, ou não, a minha candidatura. Penso que não serei o candidato mais indicado, por exemplo, se  o nosso partido, nacionalmente, decidir que a Presidenta deverá ter aqui dois palanques. Isso seria contraditório com o papel que eu assumi aqui no RS, inclusive  no confronto político com os partidos adversários mais duros da Presidenta. É preciso levar em consideração, inclusive, que não só o nosso Estado é um dos mais politizados no país, como também aqui, os votos que saem do nosso campo não tem ido  em direção à direita, mas em direção a posições  tidas como de "esquerda", como, por exemplo, em direção à Marina e ao PSOL.
Quando comento este assunto estou tratando de estratégia eleitoral e de tática eleitoral no plano local, não de fidelidades abstratas ou sentimentais e, muito menos, do meu futuro político pessoal. O meu futuro possível eu já estou vivendo plenamente, com muita responsabilidade.

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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.