sábado, 27 de setembro de 2014


Interior impulsionou reação de Tarso no RS, mostra Datafolha

Por brasil
27/09/14 12:35


FELIPE BÄCHTOLD, DE PORTO ALEGRE
O avanço da candidatura do governador gaúcho Tarso Genro (PT) no interior do Rio Grande do Sul permitiu a reação que levou ao empate com Ana Amélia Lemos (PP), de acordo como o Datafolha. O petista também melhorou seu desempenho no eleitorado com ensino fundamental e entre os jovens.
Tarso vinha aparecendo cerca de dez pontos percentuais atrás de Ana Amélia em levantamentos anteriores, mas conseguiu igualar a adversária em pesquisa divulgada nesta sexta-feira (26). Agora, os dois estão com 31% das intenções de voto.
Abaixo, algumas curiosidades do levantamento:
Ana Amélia, Tarso e Sartori, candidatos ao governo do Rio Grande do Sul
Ana Amélia, Tarso e Sartori, candidatos ao governo
do Rio Grande do Sul

1) Ofensiva petista
Na pesquisa feita há duas semanas, a candidata do PP tinha, fora da capital do Estado, 13 pontos percentuais de vantagem. Agora, nesse enfoque, ela está apenas um ponto à frente.
Tarso aproveitou a licença que tirou do cargo para percorrer mais cidades nas últimas semanas. O petista tem como base eleitoral Porto Alegre, onde já foi prefeito duas vezes.
2) Avanço do PMDB
O peemedebista José Ivo Sartori, que deu um salto nas pesquisas desde o início da campanha, também pode ter atraído eleitores que inicialmente diziam votar em Ana Amélia.
O candidato passou de 7% das intenções de voto, em agosto, antes do horário eleitoral, para 17% agora.
Levando em conta apenas municípios com população entre 200 mil e 500 mil habitantes, a disputa está embolada. Nesse campo, Sartori está com 22%, Ana Amélia 25% e Tarso, 31%.
3) Mais rejeitados
Restando uma semana para o primeiro turno, os índices de rejeição de Tarso e Ana Amélia estão em níveis mais próximos do que no início da campanha. Disseram que não votariam na candidata do PP de jeito nenhum 17% dos entrevistados, ante 13% em agosto. A taxa de rejeição de Tarso era de 27% na primeira pesquisa e agora está em 24%.
4) Voto jovem
Mesmo com um esforço do governador para se comunicar com o eleitor jovem, a candidata do PP segue à frente da pesquisa no eleitorado com idades entre 16 e 34 anos.
Assíduo das redes sociais e com o lema de campanha “Compartilhe”, alusivo ao Facebook, Tarso está cinco pontos percentuais atrás de Ana Amélia nesse campo da pesquisa.
A vantagem da candidata, porém, caiu bastante no segmento em relação ao levantamento anterior.
5) Escolaridade
O governador abriu uma expressiva vantagem nessa pesquisa no eleitorado com ensino fundamental.
São dez pontos percentuais de diferença para Ana Amélia nesse segmento dos entrevistados. No levantamento da semana passada, Ana Amélia estava três pontos à frente nesse campo.
6) Segundo turno
Tarso conseguiu nessa pesquisa também reduzir a vantagem de Ana Amélia na simulação de segundo turno –hoje a candidata do PP lidera por 44% a 40%.
Mas, em uma eventual segunda votação, o governador terá muito trabalho para evitar a migração de votos de outros adversários para ela.
Metade dos eleitores de José Ivo Sartori, por exemplo, disse que votaria em Ana Amélia em um eventual segundo turno. Só 30% do eleitorado do peemedebista votaria em Tarso.
A pesquisa, com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, foi registrada na Justiça Eleitoral com os números RS-00021/2014 e BR-00782/2014

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Ibope: no RS, Dilma tem 42%, Marina, 21%, e Aécio, 20%

nstituto entrevistou 1.008 eleitores entre os dias 21 e 23 de setembro.
Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 RS








Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (24) aponta que Dilma Rousseff (PT) tem 42% das intenções de voto, Marina Silva (PSB), 21%, e Aécio Neves (PSDB), 20%, entre os eleitores do Rio Grande do Sul na corrida para a Presidência da República. Luciana Genro (PSOL) aparece com 1%.
A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS.
Veja os números do Ibope para a pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado) apenas no estado do Rio Grande do Sul:
Dilma (PT) – 42%
Marina Silva (PSB) - 21% das intenções de voto
Aécio Neves (PSDB) – 20%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Outros com menos de 1% - 1%
Brancos e nulos - 6%
Não sabe ou não respondeu - 8%

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Vice do PSB recebe apoio da indústria bélica e constrange Marina

25/8/2014 15:03
Por Redação - do Rio de Janeiro e São Paulo

Beto Albuquerque encerra seu mandato como deputado federal nesta legislatura, após receber doações pesadas de setores repudiados pela candidata Marina Silva
Beto Albuquerque encerra seu mandato como deputado federal nesta
legislatura, após receber doações pesadas de setores repudiados pela
candidata Marina Silva

Candidato a vice na chapa de Marina Silva à Presidência da República, Beto Albuquerque (PSB-RS) contraria a determinação da ex-senadora, que recusa dinheiro do agronegócio e da indústria de armamentos. Ele recebeu doação de R$ 30 mil da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam), que tem como filiadas a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e a Taurus, na campanha eleitoral de 2010, quando se elegeu deputado federal, de acordo com prestação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Marina, assim que aceitou a missão de concorrer pela legenda, reiterou ao PSB sua posição:
– Estabelecemos que não iríamos receber nenhum tipo de doação da indústria do tabaco e da indústria bélica. Esses compromissos nós continuamos com eles. É uma mensagem de que defendemos uma cultura de paz. Queremos trabalhar com a ideia de promoção da saúde – afirmou.
Albuquerque, no entanto, se justifica, após perguntado em uma entrevista se a companheira de chapa sabe de onde vem o dinheiro que gasta:
– É claro que ela sabe. Ela não veio para o PSB para ser PSB, assim como não nos coligamos com o Rede para sermos Rede. Nós somos de partidos diferentes. Essa contribuição (doação) veio de conhecidos que trabalhavam na Taurus. E o valor, R$ 30 mil, é pequeno. Eu votei favoravelmente ao desarmamento, no Referendo de 2005 – alega.
Álcool e armas
O deputado federal gaúcho Beto Albuquerque, candidato a vice na chapa de Marina Silva, foi um dos grandes entusiastas da candidatura própria do PSB. Albuquerque apoiou o rompimento do PSB com a base aliada do PT, à época, alegando que não havia espaço no governo para a legenda participar de decisões importantes, como ocorria durante o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Defensor do agronegócio, que representa grande parte dos doadores de sua campanha, Albuquerque carrega a missão de servir de ponte entre Marina Silva e a bancada ruralista. Em recente conversa com jornalistas da revista de centro-esquerda Carta Capital, Albuquerque afirmou que “sair do governo, entregar os ministérios, é dar independência ao PSB, de forma soberana, para definir o momento exato de ter ou não um candidato”. Então líder do partido na Câmara, Albuquerque defendeu que o Brasil precisa de discussões sobre seu momento histórico e suas novas necessidades políticas.
– Não tem havido debate político no Brasil de alto nível sobre as coisas que acontecem no país – afirmou.
O tom de renovação já havia sido o mote de Albuquerque em 2009, quando ele tentou se apresentar como uma terceira via para o cargo de governador do Rio Grande do Sul. Albuquerque tentou organizar uma frente de partidos socialistas para formar uma coligação forte para a disputa ao governo, que reuniria o PSB, PP, PCdoB, PDT, PPS, PTB, PR, PV e também do PSC, PTC e PtdoB. A união ruiu com a desistência do PCdoB, que puxou outros partidos a romperem com a chapa, levando o próprio Beto Albuquerque a desistir de concorrer ao cargo nas eleições de 2010. Neste ano, Albuquerque disputaria o Senado, mas desistiu para formar a chapa ao Planalto. Neste posto, ele terá a difícil tarefa de mediar a comunicação entre Marina, historicamente ligada a causas ambientais, e a bancada ruralista. O deputado federal Odacir Zonta (PSB-RS), ligado ao setor rural no Estado, afirmou na última semana que o projeto de governo idealizado por Eduardo e Marina pode seguir em frente, desde que a ideia de agronegócio sustentável proposta por Eduardo continue em vigor.
Transgênicos
Eleito pela última vez em 2010, Albuquerque teve parte da campanha financiada por empresas empresas de bebidas alcoólicas (como Bracol Holding LTDA e Fratelli Vita Bebidas S.A), a Aniam e diversas companhias ligadas ao agronegócio, como a Tres Tentos Agroindustrial SA, a Fibria Celulose S/A, a Sementes Guerra S/A e Moinho Iguacu Agroindustrial LTDA., entre outras. Em 2004, Albuquerque esteve envolvido no desenvolvimento da Medida Provisória que autorizou o plantio de soja transgênica no Brasil. Na época, Marina Silva era ministra do Meio Ambiente e se opôs à decisão. Albuquerque, como um dos vice-líderes do governo no Congresso, ajudou na articulação para a aprovação do projeto. Marina chegou a pedir uma reunião com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para falar especificamente desse projeto, mas Lula manteve a decisão de sancionar a medida.
Albuquerque é advogado e exerce seu quarto mandato como deputado pelo Rio Grande do Sul. Atualmente, ocupava o cargo de líder do partido na Câmara e tentava a vaga para o Senado, considerada praticamente impossível pelo PSB diante da polarização entre o pedetista Lasier Martins e o petista Olívio Dutra. A atitude de Albuquerque foi considerada um sacrifício em nome do partido, pois sua única finalidade seria reforçar, no Rio Grande do Sul, a candidatura de Eduardo Campos à Presidência. Beto Albuquerque tem um histórico de alianças com o PT. Entre 1999 e 2003, foi secretário estadual dos Transportes do petista Olívio Dutra. De 2011 a 2013, foi secretário de Infra-Estrutura e Logística do atual governador gaúcho, o também petista Tarso Genro. No ano passado, entregou o cargo e reassumiu o mandato de deputado quando Campos começou a construir a candidatura presidencial do PSB.
Entre seus principais projetos, o PL nº 4.383/08, mais conhecida como Lei Pietro, que cria a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. A lei foi sancionada dois meses após a morte de seu filho Pietro, de 20 anos, vítima de leucemia mieloide aguda depois de dois anos doente.
‘Onda havaiana’
Apesar das divergências internas entre PSB e Rede Sustantabilidade, o prestígio de Marina Silva cresce a olhos vistos, segundo antecipou o colunista José Roberto de Toledo, do diário conservador paulistano O Estado de S. Paulo. Segundo o colunista, a próxima pesquisa do Ibope, a ser divulgada nesta terça-feira, indicará que os números são positivos para a candidata.
“Há data e hora para todo mundo ficar sabendo o que a turma diferenciada já vislumbrou desde suas coberturas: a candidatura de Marina Silva está surfando uma onda de opinião pública de proporções havaianas”.
Segundo ele, as recentes pesquisas realizadas após a morte trágica de Eduardo Campos indicam uma tendência que vai além do impacto emocional: “A tragédia foi o despertador do público para a eleição, mas não só. Também catalisou um sentimento difuso de insatisfação com a política, com a polarização PT x PSDB”.
Apesar dos indícios de que sua candidato naufraga na gigantesca onda de Marina Silva, o adversário do PSDB, Aécio Neves, afirmou nesta segunda-feira que somente as pesquisas de opinião de setembro vão mostrar um quadro eleitoral mais realista e sem o impacto da morte de Eduardo Campos. Para o tucano, sem o impacto emocional da morte de Eduardo Campos a candidatura de Marina pode perder força.
– Daqui a 15 a 20 dias vamos ter um quadro um pouco mais real. Todas (as pesquisas) ainda têm o impacto do acidente que vitimou o Eduardo – disse ele em entrevista a rádio de um comércio popular do Saara no Centro do Rio.
Em conversa com os jornalistas, logo depois da visita à região de comércio popular do Rio, Neves acrescentou, referindo-se à falta de conhecimento de eleitores de sua candidatura, que ainda tem conhecimento baixo “e o conhecimento sobre nossas propostas também precisa ser aumentado. Acredito que a partir de 10 de setembro começaremos a ter um quadro mais próximo daquele que será o quadro eleitoral”. O tucano garantiu que mesmo passada a emoção da morte de Campos não vai atacar a campanha de Marina Silva deliberadamente.
– Jamais fiz campanha com ataques pessoais e vou continuar propositivo – prometeu.
Aécio foi irônico sobre a declaração do economista Eduardo Giannetti da Fonseca, um dos colaboradores da campanha de Marina Silva, de que, se eleita, a candidata do PSB buscaria o apoio dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.
– Respeito mas não sei se é um bom começo para quem quer apresentar propostas. Fico honrado ao ver referências positivas aos nossos quadros mas o que vai prevalecer é o software original… a declaração do Giannetti comprova que no PSDB estão os quadros mais qualificados – concluiu.



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Candidatura de Marina vai crescer, diz Pedro Simon

Publicação 18/08/2014 às 20:00:10 Atualizado 18/08/2014 às 20:00:10

O senador Pedro Simon (PMDB-RS) acredita que Marina Silva (PSB), se for confirmada como candidata à Presidência da República pelo PSB, tem condições não só de chegar ao segundo turno, mas de ganhar as eleições. "Se o PSB e a equipe que está com ela tiverem a competência de entender o momento que estamos vivendo, isso pode acontecer. Ela representa hoje todos aqueles que querem mudar o Brasil, que desejam um novo horizonte para o nosso País", disse em entrevista ao Broadcast Político, serviço da Agência Estado de notícias em tempo real. "Esta é a grande bandeira. Acho que a candidatura dela vai crescer."
Uma pesquisa feita pelo Datafolha e divulgada hoje mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto para presidente, seguida por Marina Silva (PSB), com 21%, e por Aécio Neves (PSDB), com 20%. É o primeiro levantamento que inclui no cenário eleitoral a ex-senadora como substituta do ex-governador Eduardo Campos, que morreu na última quarta-feira em um acidente de avião. "A gente tem que reconhecer que o impacto emocional foi grande e pode ter influenciado na pesquisa, mas a grande verdade é que demonstra uma perspectiva significativa", disse Simon.
O político gaúcho, que era amigo pessoal de Campos e foi um dos articuladores de sua aproximação com Marina, acredita que o novo cenário concede à Marina uma possibilidade real de vitória, se ela souber usar as circunstâncias a seu favor. "Ela deverá fazer algo semelhante ao que o Lula fez. Depois de perder três vezes a eleição para a Presidência da República, na quarta vez ele se modificou. Mudou a plataforma (...) E teve uma vitória tranquila."
Segundo Simon, Marina deveria lançar uma carta ao povo brasileiro, a exemplo da carta divulgada pelo então candidato Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de 2002. "Quando estava concentrada na possível candidatura dela, e depois quando decidiu concorrer como vice com o Campos, ela representava o pensamento de uma parcela pequena (da população). Agora, e as pesquisas estão dizendo, ela está representando a maioria do povo brasileiro", avaliou.
De acordo com fontes do PSB, o partido já prepara um documento reafirmando os compromissos assumidos por Eduardo Campos a ser divulgado na quarta-feira junto com o anúncio da nova chapa para a disputa presidencial. Esse documento não tem ainda um nome formal, mas seria justamente algo na linha da "carta ao povo brasileiro".
Simon lembrou da Rede Sustentabilidade, partido que Marina tentou criar, mas não conseguiu registrar a tempo de concorrer este ano. De acordo com o gaúcho, a Rede é importante, mas agora a ex-senadora está num patamar "muito superior" e deve se concentrar no compromisso de dar continuidade ao legado de Eduardo Campos.
Simon acredita que o deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS) cumpre todos os requisitos para assumir a vaga de vice e compor a chapa com Marina, mas também cita a viúva do ex-governador de Pernambuco, Renata, como uma possibilidade, embora mais remota. "A Dona Renata também seria um ótimo nome, mas acho difícil que ela consiga deixar os filhos, num momento como este, para se dedicar a isso", falou. "Os dois (Beto e Renata) fariam um grande trabalho."
Eleição no RS
Se Beto Albuquerque for de fato confirmado como vice de Marina, ficará em aberto a vaga ao Senado na coligação formada por PSB e PMDB no Rio Grande do Sul. Simon negou, no entanto, que possa aceitar ser novamente candidato - ele anunciou sua aposentadoria no início do ano. "A questão do meu nome ser cogitado é quase uma homenagem ao velhinho aqui, mas acho que o partido tem grandes nomes que podem aceitar", afirmou. "Eu posso ajudar, pretendo dar uma mão se a Marina for candidata, em alguns lugares do Brasil, mas candidato ao Senado está claro que não."

terça-feira, 10 de junho de 2014

Neblina deixa aeroporto Salgado Filho fechado para pousos em Porto Alegre

Aeroporto fechou a 1h35 desta terça-feira (10) em Porto Alegre.
Até as 6h20, nenhum voo havia sido cancelado ou atrasado.

Do G1 RS
O Aeroporto Internacional Salgado Filho está fechado desde a 1h35 desta terça-feira (10) em Porto Alegre. De acordo com a Infraero, pousos e decolagens não estavam autorizados por causa da forte neblina que atinge a capital do Rio Grande do Sul. Às 6h41 o Aeroporto abriu para decolagens. Segundo a Infraero, somente um voo de partida foi atrasado.
Nesta terça-feira, a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai se reunir em Brasília. A assessoria de imprensa não confirma a pauta do encontro, mas diz que a proposta de homologação do novo sistema de pouso por instrumentos do Aeroporto pode ser apresentada em Brasília.
O novo sistema de pouso por instrumentos vai ampliar as condições de pousos e decolagens com baixa visibilidade no aeroporto e minimizar em até 30% o impacto causado pela neblina no terminal gaúcho.
Na segunda-feira (9), o Salgado Filho permaneceu fechado por cerca de três horas. Entre as partidas, quatro voos sofreram atraso e um foi cancelado. Já nas chegadas, foram quatro atrasos e dois cancelamentos.
As constantes restrições de operação no terminal da capital gaúcha são motivo de preocupação para a Copa do Mundo, que será realizada em um período de alta incidência de nevoeiro em Porto Alegre.
 
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segunda-feira, 19 de maio de 2014

11 dos 15 nomes para eleições majoritárias já estão definidos

 Últimas peças do quebra-cabeça

Vagas restantes para eleições majoritárias gaúchas dependem de alianças

19/05/2014 | 05h01
Com cinco chapas confirmadas para as eleições majoritárias no Rio Grande do Sul, 11 dos 15 nomes que disputarão os cargos de governador, vice-governador e senador já estão definidos. Como restam poucas peças indecisas no tabuleiro, as nominatas e alianças partidárias devem estar completas nos próximos dias, antes do período destinado às convenções de oficialização das candidaturas, entre 10 e 30 de junho.

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A chapa encabeçada pelo PT está com as três vagas no pleito majoritário preenchidas. O governador Tarso Genro, candidato à reeleição, será acompanhado por um vice do PTB.
A sigla deve confirmar nos próximos dias o nome do deputado estadual Luis Augusto Lara, que chegou a apresentar algumas restrições à indicação, atitude interpretada por correligionários como uma tentativa de "valorizar o passe". Para o Senado, Emília Fernandes foi indicada pelo PC do B, aliado de Tarso desde 2010.
Do lado peemedebista, já é considerada certa a adesão do PSD, que, até o momento, sinalizava com a possibilidade de lançar o empresário José Paulo Cairoli ao Piratini. O ex-prefeito de Caxias do Sul José Ivo Sartori (PMDB) será o candidato ao governo estadual, tendo Cairoli, ex-presidente da Federasul, como possível vice. A coligação terá o deputado federal Beto Albuquerque (PSB) disputando a cadeira de senador.
Assim como o PMDB, as outras três chapas têm uma vaga aberta cada. A senadora Ana Amélia Lemos (PP) confirmou o Solidariedade e o PSDB como principais apoiadores. Embora o PP fale em postergar as decisões para não fechar portas a novos aliados, está consolidada a indicação do deputado estadual Cassiá Carpes (Solidariedade) para o posto de vice.
O PP convidou o deputado federal Nelson Marchezan Júnior (PSDB) para ser o candidato ao Senado. Ele ainda não respondeu, mas está inclinado a aceitar.
Apoiados pelo DEM, o deputado Vieira da Cunha e o comunicador Lasier Martins concorrerão pelo PDT, respectivamente, ao Piratini e ao Senado, restando o cargo de vice em aberto. O posto poderá ser preenchido pelo PSC, com a indicação de Flávio José Gomes, vice-presidente da Fecomércio. A candidatura mais à esquerda será encabeçada pelo professor Roberto Robaina (PSOL). A sigla ainda negocia o ingresso do PCB, que indicaria o vice. Para o Senado, está confirmado o nome do professor Júlio Flores (PSTU).
Candidatos começam a definir equipes
Com a composição das chapas majoritárias encaminhadas, os candidatos ao Palácio Piratini e ao Senado analisam a formação dos núcleos estratégicos de campanha.A equipe com mais nomes definidos até agora é a de Tarso Genro. O presidente do PT estadual, Ary Vanazzi, será o coordenador-geral da candidatura do governador à reeleição e também da campanha da presidente Dilma Rousseff no Rio Grande do Sul.
No início de junho, pelo menos três secretários de Estado do PT deixarão o governo para se dedicarem à eleição: Carlos Pestana (Casa Civil) será o coordenador executivo da campanha, Marcelo Danéris (Conselhão) comandará a equipe do plano de governo e João Ferrer (Comunicação) estará à frente do time de assessoria de imprensa, redes sociais e propagandas de TV e rádio. Já o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, será o coordenador da candidatura de Tarso na Região Metropolitana.
Presidente estadual do PP, Celso Bernardi afirma que as indicações para a cúpula que conduzirá a campanha de Ana Amélia Lemos serão debatidas após o lançamento oficial da candidatura. Nos bastidores, é considerada certa a nomeação de Marco Aurélio Ferreira para a coordenação geral. Vinculado ao PP de Ijuí, Ferreira é chefe de gabinete da senadora.
No PMDB, o ex-deputado Ibsen Pinheiro, que conduziu as negociações de alianças, deverá assumir papel de mentor político. As outras funções seguem indefinidas.
Vieira da Cunha (PDT) recrutou Enilto José dos Santos, ex-superintendente-geral da Assembleia, para ser o coordenador de campanha. No time de Roberto Robaina (PSOL), um dos nomes mais cotados é o do vereador Pedro Ruas.
OS CANDIDATOS
Ana Amélia Lemos
- Com a confirmação dos apoios de PSDB e Solidariedade, o PP ainda tenta fechar com PV e PSC.
- Para confirmar o apoio do PSC, teria de ser aberto espaço para a sigla indicar o candidato ao Senado, mas o PP já convidou Nelson Marchezan Júnior (PSDB). Ana Amélia ainda teria de abrir o palanque ao presidenciável Pastor Everaldo (PSC).
- A chapa será lançada no dia 24, com a presença de Aécio Neves (PSDB) e do presidente nacional do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva.
José Ivo Sartori (PMDB)
- O PMDB deverá confirmar o apoio de PSB, PSD e PPS. Quatro siglas que se uniram ao PSD em bloco deverão ser agregadas: PSDC, PT do B, PHS e PSL.
- Há negociação com o PRB. A sigla está mais propensa a apoiar Tarso, mas existe dificuldade para fechar uma aliança para a eleição proporcional com os demais parceiros do PT.
- A convenção está marcada para 29 de junho. Um evento de lançamento da candidatura, com a presença de Eduardo Campos e Marina Silva, ambos do PSB, está sendo organizado.
Roberto Robaina (PSOL)
- A vaga de vice da chapa poderá ser destinada ao PCB, mas os comunistas ameaçam lançar candidato ao Piratini. O aliado confirmado até o momento é o PSTU.
- A aliança entre PSOL, PSTU e, possivelmente, PCB será chamada de Frente de Esquerda. A ex-deputada Luciana Genro (PSOL) será candidata a vice na chapa de Randolfe Rodrigues.
- A data da convenção e lançamento das candidaturas não está marcada, mas deverá ser na segunda quinzena de junho.
Tarso Genro
- Além de PTB e PC do B, Tarso deverá contar com PR, PPL e PTC.
- O PRB condiciona a sua participação à confirmação de uma aliança com PTB e PC do B nas eleições para deputado estadual e federal.
- São concretas as possibilidades de o PROS apoiar Tarso. A decisão será tomada pela direção nacional do partido, que, na disputa presidencial, já optou por Dilma.
- A chapa será lançada em pré-convenção no dia 7 de junho.
Vieira da Cunha
- O PDT está em negociações com o PSC, que pretende indicar Flávio José Gomes, vice-presidente da Fecomércio, para ser o companheiro de chapa de Vieira da Cunha.
- O DEM é o único partido que, até o momento, confirmou aliança com os pedetistas. Nacionalmente, o DEM está com Aécio Neves (PSDB).
- A convenção e o lançamento da chapa ocorrerão no dia 21 de junho, em São Borja, na data em que serão lembrados os 10 anos da morte de Leonel Brizola.
Posição em relação à disputa presidencial
Ana Amélia Lemos – Apoiará a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB) no Rio Grande do Sul.
José Ivo Sartori – Na contramão do PMDB nacional, que apoia Dilma, estará com Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco.
Roberto Robaina – Estará ao lado do senador Randolfe Rodrigues (PSOL).
Tarso Genro – Será o palanque da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição.
Vieira da Cunha – Obteve aval da direção nacional do PDT – que deverá apoiar Dilma – para abrir o palanque a candidatos de partidos aliados. Poderá receber Pastor Everaldo (PSC) e até mesmo Aécio Neves (PSDB), caso seja solicitado pelos aliados do DEM.

sábado, 1 de março de 2014

Governo anuncia aumento no salário de cubanos do Mais Médicos
Paula Laboissière - Agência Brasil28.02.2014 - 13h36 | Atualizado em 28.02.2014 - 17h39
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou hoje (28) um reajuste salarial de 25% para os profissionais cubanos que trabalham no Brasil por meio do Programa Mais Médicos. A partir de março, eles vão passar a receber US$ 1.245.
O salário dos cubanos, atualmente, consiste em US$ 400, pagos pelo governo brasileiro, e US$ 600, pagos pelo governo cubano e retidos em uma conta no país. O aumento anunciado pela pasta, portanto, é US$ 245, sendo que o valor total, a partir de agora, será pago no Brasil.
INCORPORAR:
Segundo Chioro, a negociação com a Organização Panamericana de Saúde (Opas) e com o governo cubano para estabelecer o reajuste salarial já estava em andamento quando ele assumiu o comando da pasta, no início do mês de fevereiro. Houve, de acordo com o ministro, uma determinação da presidenta Dilma Rousseff para que o valor pago aos profissionais cubanos fosse revisto.
Chioro fez questão de ressaltar que não houve aumento dos valores repassados pelo governo brasileiro pela cooperação internacional. “Não vamos gastar um centavo a mais. Vamos continuar pagando o mesmo valor”, disse. O que houve, segundo ele, foi uma alteração nos valores acordados no contrato com o governo cubano.
Chioro rebateu a ideia de que o anúncio do reajuste seria uma resposta à pressão de médicos cubanos como Ramona Rodríguez, que abandonou o programa. “Não há, da nossa parte, nenhuma questão que envolva diretamente pressão dos próprios médicos cubanos, muito menos daquela profissional. Não é o que nos mobiliza. O que nos mobiliza é a necessidade de aprimorar.”
Atualmente, 7,4 mil médicos cubanos atuam no Brasil por meio do Mais Médicos.
Editor: Lílian Beraldo
Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

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Quem sou eu

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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.