terça-feira, 9 de abril de 2013

PT é o principal ausente em festa do PSB com Campos no RS

FELIPE BÄCHTOLD
DE PORTO ALEGRE

Dando sequência a seu giro pelo país, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), possível candidato à Presidência em 2014, chegou na noite de segunda-feira (8) ao Rio Grande do Sul e tentou mostrar familiaridade com temas da região.
Em Porto Alegre, Campos foi a uma festa do PSB em homenagem ao deputado federal gaúcho Beto Albuquerque, evento que reuniu uma ampla variedade de lideranças do Estado. Caravanas do interior do Estado compareceram "apoiadores entoavam o coro "Eduardo presidente".

Após promoção pessoal, Campos anuncia fim de 'Diário Oficial'
'Diário Oficial' de Pernambuco faz promoção pessoal de Campos

O grande ausente foi o principal aliado do partido no Estado, o PT. Políticos como a deputada Manuela D'Ávila (PC do B) e a senadora Ana Amélia Lemos (PP), além de membros do PSDB e PMDB, participaram do encontro.
Campos tentou mostrar proximidade com o Estado ao citar problemas do Rio Grande do Sul, como a pobreza do sul gaúcho, e a falta de ferrovias.
Nesta terça (9), ele terá uma intensa agenda na cidade, que inclui palestras e um encontro com o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT). Campos tenta se tornar conhecido fora do Nordeste --esteve em São Paulo e no Rio nos últimos dias.
Em entrevista antes do evento, ele voltou a fazer críticas ao governo federal e disse que não adianta adotar apenas "medidas pontuais" para melhorar a economia do país. Ele citou como exemplo a desoneração da folha de pagamento das empresas e citou "preocupação" com o aumento da inflação.
"Precisa olhar ao longe, olhar o estratégico. Sem rumo estratégico, vamos perder as conquistas."
Afirmou ainda que o país não pode passar "pelo constrangimento de desconstruir" o que foi obtido nos últimos 20 anos --número que inclui as gestões do PSDB no Planalto.

Isto é Eduardo Campos

 Ver em tamanho maior »
Alan Marques - 14.jan.2013/Folhapress
Anterior Próxima
Eduardo Campos, governador de Pernambuco, em entrevista após reunião com a presidente Dilma Rousseff em Brasília em 2013
Sem citar nomes, o possível presidenciável criticou aqueles que passam a considerar "inimigo" um aliado político que demonstra publicamente divergência --também questionou grupos que querem "interditar o debate".
"É uma tentativa de aniquilar a democracia", disse, em discurso.
Ao ser questionado sobre o início do debate da reforma política no Congresso, o governador do PSB questionou a viabilidade de mudanças na lei a um ano das eleições.
"Na hora em que se antecipou dessa maneira o debate eleitoral, qualquer mudança agora pode sofrer uma acusação, aos olhos muito justa, de casuísmo."

domingo, 31 de março de 2013

Porto Alegre analisa reformas de base de Jango: 1o. de abril


Dois ex-ministros de João Goulart - Waldir Pires e Almino Affonso - participarão dos eventos promovidos pela Câmara Municipal de Porto Alegre para lembrar o 49o. aniversário das Reformas de Base, o projeto de reformulação do Estado brasileiro dinamitado pelo Golpe Militar de 1964. Eles estão programados para a próxima segunda-feira, dia 1º de abril, data precisa do golpe, geralmente citada como 31 de março para evitar a galhofa do dia da mentira.
As reformas de base, que contemplavam as reformas agrária, fiscal, bancária, educacional, urbana, administrativa e limitavam a interferência estrangeira (hoje, neste ano de 2013, o PIB nacional é controlado em 75% pelo capital internacional), constituem o maior projeto já concebido para o estado brasileiro. Por causa dele, o governo João Goulart foi deposto por aquele golpe cívico-militar, com a ajuda de capital e navios norte-americanos.
O seminário de Porto Alegre, impulsionado pela bancada municipal do PDT e o Instituto João Goulart, vai analisar a herança do governo Jango e os processos de reforma necessários para reduzir as desigualdades e garantir o desenvolvimento do país. O evento se propõe a também aprofundar a discussão  da participação do Estado em questões econômicas e a refletir sobre o conceito de “reformas de base” – ou seja, as iniciativas necessárias para alterar o sistema bancário, fiscal, urbano, o campo, administrações públicas e universidades. A discussão traz para a pauta a questão da reforma agrária e sua importância para o país, tanto na década de 60 quanto nos dias de hoje.
Com o objetivo de valorizar o papel do presidente João Goulart, o Jango, na criação do Conselho Nacional de Reforma Agrária e do Estatuto do Trabalhador Rural, que neste ano completa 50 anos, o seminário também debaterá temas como a recuperação dos processos de reformas políticas nos diversos níveis de governo e instituições e a necessidade da criação de políticas públicas que favoreçam o país.
Entre os convidados estão dois ex-ministros de Jango, Valdir Pires (Justiça) e Almino Afonso (Trabalho), que são testemunhas vivas da deposição do ex-presidente trabalhista pelo golpe civil militar em 1º de abril de 1964. O seminário 1964: Reforma de Base terá por local o Plenário Otávio Rocha, da Câmara de Porto Alegre, e será um dos eventos que deverão ocorrer durante o ano lembrando os 49 anos do golpe.

Inscrições e outras informações podem ser obtidas com a Escola do Legislativo Julieta Battistioli, da Câmara Municipal de Porto Alegre, pelo telefone (51) 3220-4374 ou na página eletrônica www.camarapoa.rs.gov.br, no link Escola do Legislativo.

Veja abaixo a Programação
01 de Abril de 2013 - 13h – Credenciamento; 
 13h30min- Abertura Oficial, com a presença de José Fortunati, prefeito de Porto Alegre; vereador Dr. Thiago Duarte, presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre; e Christopher Goulart, diretor de Comunicação e Acervo do Instituto João Goulart.
14h – 15h30min – O golpe de Estado e a Guerra Fria - Painel com a participação de Almino Affonso, ministro do Trabalho de Jango, e o atual senador Cristovam Buarque (PDT-DF), como debatedores, e o jornalista eescritor Juremir Machado da Silva, como mediador. 
15h45min às 17h15min – As Vésperas do golpe: violência e interrupção das instituições democráticas - Painel com a participação de Waldir Pires, Procurador-Geral da República de Jango, e o ex-prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, como debatedores, e do jornalista André Machado, como mediador. 
18h30min – Exibição do filme "Dossiê Jango" (Documentário de Roberto Faria – Brasil, 2012, 102min) Com a presença do diretor-geral do Canal Brasil, Paulo Mendonça. (PDT ASCOM - FC)

terça-feira, 26 de março de 2013

Um recado para Alceu Collares

Antonio Santos Aquino - Collares, trabalhista histórico, todos sabemos que tu és. Bem sabes, que, Brizola na última reunião da Executiva, elegeu Lupi primeiro vice-presidente do PDT e Tesoureiro do partido. Assim sendo, Lupi está dirigindo o partido legitimamente. O Estatuto do PDT foi mudado por Brizola quando Garotinho quís tomar-lhe o partido. Lupi não mudou nada. O que fizeste quando Brizola morreu, para orientar Lupi com tua experiencia? Nada. Todos diziam que o PDT morrera com Brizola. Lupi ficou só. A turma de falsos brizolistas do Rio de Janeiro, queriam tulelá-lo. Lupi, Vieira, Manoel Dias e outros abnegados, seguraram o PDT, inclusive ultrapassando a “claúsula de barreiras”. Ficaste com teus interesses, preferindo te acompanhar dos traidores. Aqueles que te trairam, trairam Brizola e o PDT. O nome deles começa por Dilma, que deu um arrastão no PDT, levando 504 pedetistas para PT. Ficaste no “bem-bom”; esqueceste o partido. Agora dizes que queres fazer renovação do trabalhismo. Renovação na Itaipú ganhando 30.000,00 na moleza? O que queres é ENTREGAR O PDT DE JOELHOS PARA O PT. Não és mais trabalista que eu, que em 1950 quando estava na Marinha, consolidei minha ideologia com a vitória de Getúlio Vargas. Acompanhei toda a saga dos trabalhistas até agora. Não sou martir e nem herói, mas paguei o preço de minhas convicções; e também estive preso, com uma carreira encerrada. O que devias era dizer aos netos de Brizola que o PDT é uma “trincheira de luta” deixada por Brizola para os verdadeiros trabalhistas lutarem. Não é herança de família COMO OS OPORTUNISTAS DAQUI DO RJ E RS lhes dizem. Termino dizendo: nunca fui candidato a nada e nunca tive cargo no partido. Falam para os mais novos em ideologia. NA VERDADE SÃO OPORTUNISTAS E FIZIOLÓGICOS... (leia mais)
 
(Do Boletim da Rede PDT - 20/03/1013) 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Presidente do PDT de Porto Alegre aciona neta de Brizola
 
Fernanda Pugliero/Correio do Povo - O presidente do PDT de Porto Alegre, deputado federal Vieira da Cunha, decidiu acionar judicialmente a deputada estadual Juliana Brizola, companheira de partido. Ele entregou ao procurador-geral de Justiça em exercício, Marcelo Dornelles, uma representação por crime contra a honra. Vieira alega que Juliana o ofendeu por meio de manifestações no Twitter.
Juliana e Vieira pertencem a alas distintas dentro do PDT. Enquanto a deputada apoia uma renovação do diretório nacional e quer indicar o irmão, o ministro do Trabalho, Brizola Neto, à presidência da sigla, Vieira pertence ao grupo que sustenta a permanência do ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi no comando. Para o deputado, o ataque feito por Juliana extrapolou o campo do debate político. "Enquanto estava nesse patamar, me cabia debater com eles nas instâncias do partido, que é o que tenho feito. Essa postagem extrapolou o debate interno.
O que houve foi uma ofensa pessoal, um crime contra a honra". A deputada relatou que as postagens no Twitter ocorreram após boatos de que, no encontro entre Lupi e a presidente Dilma Rousseff realizado na última semana, o ex-ministro teria dito que Brizola Neto não representa o partido no ministério. "Quer dizer então que, se tirar o ministro, eles ficam com a Dilma?", questionou Juliana. "Não fiz ofensa pessoal, mas falei a realidade". Segundo ela, o grupo de Lupi estaria ameaçando Dilma de retirar o PDT do governo.
 
Presidente estadual do PDT gaúcho, Romildo Bolzan Jr. afirmou que a indicação de Brizola Neto ao ministério foi pessoal e não partidária. "As relações na escolha do ministro que representa o partido têm que ser partidárias, e isso não foi o que ocorreu com Brizola Neto. Ele foi indicação pessoal de Dilma. Se o ministro sair, creio que o governo deveria discutir a indicação com a direção nacional", disse Bolzan, que está ao lado de Vieira. Brizola Neto foi anunciado como ministro do Trabalho em 30 de abril de 2012.
A Pasta permaneceu cinco meses sem comando, após o pedido de demissão de Lupi, pressionado por denúncias de irregularidades. Os nomes mais cotados na época eram o deputado federal Paulinho da Força (SP), o secretário nacional do partido Manoel Dias, Vieira da Cunha e o escolhido, Brizola Neto.
   

sexta-feira, 15 de março de 2013

PDT-RS indica delegados para Convenção Nacional em Brasília

 Os 11 delegados gaúchos à convenção nacional do dia 22, em Brasília, foram escolhidos na noite desta segunda-feira (11) em reunião do Diretório Regional. Dirigidos pelo 1o. vice-presidente, Pompeo de Mattos, os membros do Diretório Regional votaram pela indicação da chapa 2, liderada pelo deputado Vieira da Cunha, que obteve 117 votos, contra os 84 direcionados à chapa 1, da deputada Juliana Brizola. A tendência é que a convenção nacional confirme Carlos Lupi na presidência do PDT.
Antes da votação, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, fez um apelo aos partidários para que radicalizassem suas posições através do direito democrático da manifestação, mas preservando a história do partido e a trajetória de sucesso da última eleição. "A sociedade está com os olhos voltados para nós", advertiu o prefeito da capital, reiterando seu pedido de moderação durante os debates.
A reunião do Diretório durou pouco mais de duas horas, com a apresentação dos nomes das duas chapas. O secretário do Gabinete dos Prefeitos e 2o. vice-presidente do PDT, Afonso Motta, apresentou os 11 nomes da chapa liderada pelo seu grupo: Alceu Collares, Juliana Brizola, Giovani Cherini, Afonso Motta, Marlon Santos, Aldo Pinto, Valdir Heck, Angelo Fabian, Eduardo Freire, Marcelo Bisogno e Geovani Garcia.
Pela chapa 2, o deputado Vieira da Cunha anunciou os 11 nomes: Romildo Bolzan Júnior, Airton Dipp, Pompeo de Mattos, Lícia Peres, Salete Roswovski, Sonia D Avila, Ciro Simoni, Tiago Duarte, Rossano Gonçalves, Christopher Goulart e Edson Nespolo.
Cinco integrantes de cada uma das chapas se alternaram da tribuna defendendo suas posições e, logo em seguida, Pompeo de Mattos encaminhou a votação aberta, através da chamada dos nomes dos membros titulares e suplentes. Dos 200 titulares, 157 estavam presente e votaram; foram chamados 43 suplentes. A chapa 2 venceu com 117 votos contra 84.
O debate da sucessão nacional do partido mobilizou os pedetistas, que lotaram as dependências do auditório da sede na rua Félix da Cunha, no bairro Floresta. O apelo do prefeito José Fortunati foi atendido, os debates foram diretos e acalorados, mas venceu o equilíbrio e o respeito aos preceitos partidários instituídos por Leonel Brizola.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Márcia Santana, morre em Porto Alegre

Segundo a Polícia Civil, Márcia teria passado mal e desmaiado na madrugada desta quarta-feira

Enviar para um amigo
 
Secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Márcia Santana, morre em Porto Alegre Caco Argemi/Divulgação
Secretária Márcia Santana tinha 35 anos e entrou no governo em 2011 Foto: Caco Argemi / Divulgação
A secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Márcia Santana, 35 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira, em casa, no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre. Segundo informações da Polícia Civil, ela estava com familiares quando teria passado mal e desmaiado.

De acordo com informações preliminares, ela teria sofrido um infarto fulminante. O corpo de Márcia teria sido encontrado pelo companheiro dela no banheiro da residência. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi ao local, tentou reanimá-la, mas não obteve sucesso. A confirmação do óbito chegou à polícia por volta das 0h45min.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, o delegado que atendeu o caso, Márcio Zachello, disse que não foram encontrados indícios de crime na casa da secretária.

— A Polícia Civil compareceu para fazer uma análise preliminar e não encontrou ocorrência de delito — afirmou.

O corpo de Márcia foi removido ao Departamento Médico Legal (DML) para necropsia. O velório será realizado no Palácio Piratini a partir das 10h desta quarta e o sepultamento, às 17h30min, no Cemitério Jardim da Paz.


Corpo de Márcia foi encaminhado ao Departamento Médico Legal
Foto: Bruno Alencastro
Assistente social e ligada ao movimento feminista, Márcia foi chefe de gabinete da secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, quando deputada federal. Trabalhou pela defesa da infância e fim da exploração sexual de crianças e adolescentes no Rio Grande do Sul e no Brasil, bem como no combate à violência doméstica.

Em seu Twitter pessoal, Maria do Rosário prestou uma homenagem à colega: "Marcia Santana. Minha amiga querida. Exemplo de vida, de dedicação, de senso ético, de amor p/ pessoas, Obrigada por tua luz. Para sempre."
O deputado estadual Edegar Pretto postou: "Triste notícia do falecimento da nossa companheira de tantas lutas, a secretaria Márcia Santana. Perdemos uma grande guerreira."
Já o deputado estadual Aldacir Oliboni (PT), que foi à casa da secretária após receber a notícia do falecimento, escreveu no Facebook: "Nesta madrugada uma amiga, companheira leal e valorosa nos deixou. Uma pessoa alegre e sempre solidária. Márcia Santana, primeira Secretaria Políticas Mulheres do Rio Grande do Sul, fica tranquila que seguiremos tua luta em defesa da autonomia e do protagonismo feminino, contra o abuso e a exploração sexual de crianças e de adolescentes."
Márcia entrou no governo Tarso Genro em 2011. O governador está em Brasília e deve retornar ao Estado nesta quarta-feira para acompanhar os atos fúnebres. A morte de Márcia ocorre no dia em que o Palácio do Planalto irá lançar o programa "Mulher: Viver sem Violência" e que tem apoio da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres.

terça-feira, 12 de março de 2013

Do sul do Brasil a candidato a papa: a trajetória de dom Odilo


Por BBC, BBC Brasil


Um papa brasileiro?



Descendente de imigrantes alemães radicados no Brasil, o arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, de 63 anos, trilhou um caminho virtuoso na hierarquia da Igreja Católica. Ele está entre os mais bem cotados para suceder o agora papa emérito Bento 16, que renunciou no mês passado.



Sétimo de 13 irmãos, Scherer nasceu em 1949 em Cerro Largo, no noroeste do Rio Grande do Sul, mas se mudou com a família com apenas dois anos para os arredores da cidade de Toledo, no oeste do Paraná.



'As terras do Rio Grande do Sul estavam ficando muito caras, e meu avô decidiu aceitar a oferta de um terreno e partiu rumo ao oeste do Paraná, que até então era uma região pouco explorada', afirmou Ana Maria Scherer, sobrinha de dom Odilo Scherer.



'Lá, dedicaram-se à agricultura. A família inteira trabalhava na lavoura, inclusive o tio (Scherer)', acrescentou.



Educados em um seminário administrado por padres locais, todos os meninos abdicaram da vida religiosa, exceto Scherer, cuja vocação pelas causas da Igreja sempre pareceu mais forte do que nos demais.



Em dezembro de 1976, aos 27 anos, foi ordenado padre em Toledo.



Na função, foi desde reitor e professor do Seminário Diocesano de São José, em Cascavel (PR), entre 1977 e 1978, a oficial da Congregação para os Bispos na Cúria Romana, entre 1994 e 2001, quando trabalhou diretamente com o papa João Paulo 2º (1920-2005).



Também fez mestrado e doutorado em Roma e no Brasil contribuiu para a formação de diversos jovens seminaristas.



Em 2002, assumiu o cargo de bispo auxiliar de São Paulo, nomeado pelo então arcebispo da cidade, o cardeal dom Cláudio Hummes. A ordenação como bispo ocorreu em fevereiro de 2002, e a posse, no início de março do mesmo ano.



Cinco anos depois, em abril de 2007, Scherer se tornou arcebispo de São Paulo, o sétimo a ocupar o cargo.



Em novembro daquele ano, foi nomeado cardeal, o posto máximo antes do pontificado.



A cerimônia aconteceu na Basílica de São Pedro, no Vaticano, e foi celebrada por Bento 16, a quem Odilo Scherer agora pode suceder.



BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

.

Arquivo do blog

Quem sou eu

Minha foto
Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.