Estação do Sistema Metroclima da prefeitura indicou - 0,1ºC, por volta das 2h
Atualizada às 06h04min
Não é só na Serra e nas cidades da fronteira que a madrugada deste sábado foi gelada. Na Capital, a estação do Sistema Metroclima da prefeitura indicou - 0,1ºC, por volta das 2h. A última vez que a estação do Instituto Nacional de Meteorologia registrou temperatura negativa na Capital foi no bairro Jardim Botânico, em 16 de julho de 1993, quando fez - 0,2ºC. Não se descarta que no amanhecer deste sábado essa marca seja quebrada.
Em 1995, no dia 1º de agosto, a Capital registrou - 1,2 ºC. Na onda de frio de julho de 2000, a temperatura chegou a 0ºC. Durante a madrugada, várias cidades também registraram temperaturas negativas. Por volta das 5h, os termômetros de São José do Ausentes marcavam - 4,6 ºC, os de Vacaria - 5,5 º C e os de Santa Rosa - 3,2 º C, segundo as estações automáticas o Instituto Nacional de Metereologia.
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sábado, 25 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Chefe da Casa Civil anuncia "reorganização" nos quadros do governo do RS
ESTELITA HASS CARAZZAI
da Agência Folha
O presidente do Detran gaúcho, Sérgio Buchmann, foi demitido ontem pelo governo do Rio Grande do Sul após ficar menos de três meses no cargo. Além de anunciar a exoneração de Buchmann, o chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel, disse que dentro dos próximos 15 dias haverá uma "reorganização" nos quadros do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho.
O Detran foi o estopim da crise política que atinge o governo de Yeda Crusius (PSDB): uma operação da Polícia Federal, em novembro de 2007, identificou fraudes de R$ 44 milhões no órgão. Quarenta pessoas, entre elas aliados de Yeda e dois ex-presidentes do Detran, estão sendo processadas.
Buchmann, que assumiu o órgão em maio deste ano, era agente fiscal do Tesouro do Estado desde 1975 e não é filiado a nenhum partido político.
Armadilha
Na terça-feira da semana passada, ele recebeu a visita do chefe de gabinete de Yeda, Ricardo Lied, e de policiais civis que o avisaram de que seu filho seria preso por tráfico de drogas. O ex-presidente do Detran disse que pensou que fosse uma armadilha, para flagrá-lo tentando avisar o filho. Ele não entrou em contato com o garoto, que foi preso horas depois.
Lied, que não se manifestou oficialmente sobre o episódio --assim como o governo estadual--, disse à Rádio Gaúcha que foi contatado pelo delegado da operação para intermediar a abordagem. Ele afirmou que agiu de boa-fé e que as suposições de Buchmann são "fantasiosas". O episódio está sendo investigado pela Polícia Civil.
O chefe da Casa Civil afirmou que a visita de Lied não teve relação com a demissão de Buchmann. "Houve um acerto entre governo e entre o ex-presidente de que ele cumpriu seu ciclo", disse. Buchmann, porém, declarou à Rádio Gaúcha, logo depois de sair da reunião em que foi demitido, que o episódio "desgastou sua imagem no governo", mas que a decisão tomada foi "razoável" e "lógica".
Quando questionado se Lied permanecerá ou não no cargo, Wenzel fez referência à "reorganização" do Palácio Piratini, mas não disse se Lied será ou não afastado do governo.
O novo diretor do Detran, Sérgio Fernando Filomena, é diretor da Secretaria de Planejamento e agente fiscal do Tesouro há 26 anos. Ele é o quinto presidente do órgão desde o início da gestão Yeda, em 2007.
da Agência Folha
O presidente do Detran gaúcho, Sérgio Buchmann, foi demitido ontem pelo governo do Rio Grande do Sul após ficar menos de três meses no cargo. Além de anunciar a exoneração de Buchmann, o chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel, disse que dentro dos próximos 15 dias haverá uma "reorganização" nos quadros do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho.
O Detran foi o estopim da crise política que atinge o governo de Yeda Crusius (PSDB): uma operação da Polícia Federal, em novembro de 2007, identificou fraudes de R$ 44 milhões no órgão. Quarenta pessoas, entre elas aliados de Yeda e dois ex-presidentes do Detran, estão sendo processadas.
Buchmann, que assumiu o órgão em maio deste ano, era agente fiscal do Tesouro do Estado desde 1975 e não é filiado a nenhum partido político.
Armadilha
Na terça-feira da semana passada, ele recebeu a visita do chefe de gabinete de Yeda, Ricardo Lied, e de policiais civis que o avisaram de que seu filho seria preso por tráfico de drogas. O ex-presidente do Detran disse que pensou que fosse uma armadilha, para flagrá-lo tentando avisar o filho. Ele não entrou em contato com o garoto, que foi preso horas depois.
Lied, que não se manifestou oficialmente sobre o episódio --assim como o governo estadual--, disse à Rádio Gaúcha que foi contatado pelo delegado da operação para intermediar a abordagem. Ele afirmou que agiu de boa-fé e que as suposições de Buchmann são "fantasiosas". O episódio está sendo investigado pela Polícia Civil.
O chefe da Casa Civil afirmou que a visita de Lied não teve relação com a demissão de Buchmann. "Houve um acerto entre governo e entre o ex-presidente de que ele cumpriu seu ciclo", disse. Buchmann, porém, declarou à Rádio Gaúcha, logo depois de sair da reunião em que foi demitido, que o episódio "desgastou sua imagem no governo", mas que a decisão tomada foi "razoável" e "lógica".
Quando questionado se Lied permanecerá ou não no cargo, Wenzel fez referência à "reorganização" do Palácio Piratini, mas não disse se Lied será ou não afastado do governo.
O novo diretor do Detran, Sérgio Fernando Filomena, é diretor da Secretaria de Planejamento e agente fiscal do Tesouro há 26 anos. Ele é o quinto presidente do órgão desde o início da gestão Yeda, em 2007.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Tarso diz que será confirmado candidato ao governo do RS no sábado
CIRILO JUNIOR
colaboração para a Folha Online, no Rio
O ministro Tarso Genro (Justiça) disse hoje que espera ser confirmado candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul na convenção do partido.
Aconvenção acontece sábado.
Tarso disse que buscará uma composição com partidos aliados, como PDT, PC do B, PSB e PTB em torno de sua candidatura.
"Eventualmente, posso ser candidato no Rio Grande do Sul. Vamos ter a convenção, provavelmente serei indicado, em torno de 70% dos delegados, e vamos oferecer o nome para nossos aliados", disse.
Em maio, Tarso já havia defendido o lançamento de sua pré-candidatura ao governo do Rio Grande do Sul, atitude que foi criticada por setores do PT nacional.
Os correligionários alegam que a candidatura do ministro criaria dificuldades em consolidar alianças com o PMDB visando à eleição presidencial.
colaboração para a Folha Online, no Rio
O ministro Tarso Genro (Justiça) disse hoje que espera ser confirmado candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul na convenção do partido.
Aconvenção acontece sábado.
Tarso disse que buscará uma composição com partidos aliados, como PDT, PC do B, PSB e PTB em torno de sua candidatura.
"Eventualmente, posso ser candidato no Rio Grande do Sul. Vamos ter a convenção, provavelmente serei indicado, em torno de 70% dos delegados, e vamos oferecer o nome para nossos aliados", disse.
Em maio, Tarso já havia defendido o lançamento de sua pré-candidatura ao governo do Rio Grande do Sul, atitude que foi criticada por setores do PT nacional.
Os correligionários alegam que a candidatura do ministro criaria dificuldades em consolidar alianças com o PMDB visando à eleição presidencial.
sábado, 30 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Campanha de tucana no RS é objeto de nova suspeita
da Agência Folha, em Porto Alegre
Uma troca de e-mails, em setembro de 2006, entre o então candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul Paulo Feijó (DEM) e o tesoureiro da campanha de Yeda Crusius (PSDB) indica que foram recebidos pelo menos R$ 25 mil não declarados à Justiça Eleitoral, segundo a revista "Veja".
Em mensagem ao tesoureiro Rubens Bordini, Feijó diz ter recebido R$ 25 mil da concessionária da General Motors Simpala em dinheiro vivo. O dinheiro, diz a revista, foi enviado ao tesoureiro em uma mochila.
Yeda e seu vice romperam politicamente no segundo turno. Os e-mails de Feijó não são os primeiros indícios da existência de caixa dois na campanha de Yeda. A tucana enfrenta a suspeita de que dinheiro doado ilegalmente por empresas de tabaco bancaram parte da compra da casa onde ela mora.
A Procuradoria Regional Eleitoral apura possíveis crimes eleitorais na campanha tucana e pleiteia autorização do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para que a Polícia Federal investigue Yeda pela compra do imóvel.
A governadora foi procurada pela Folha, mas sua assessoria não emitiu comentário sobre a nova acusação. Em ocasiões anteriores, ela negou a existência da prática de caixa dois.
O advogado de Yeda, Eduardo Alckmin, não comentou a denúncia, alegando não ter tido conhecimento da reportagem, mas afirmou que a acusação do vice-governador é movida por interesse político.
A Folha procurou Paulo Feijó, o gerente de relações institucionais da GM no Estado, Marco Kraemer, e a presidente do PSDB-RS, Zilá Breitenbach. Ninguém ligou de volta.
Uma troca de e-mails, em setembro de 2006, entre o então candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul Paulo Feijó (DEM) e o tesoureiro da campanha de Yeda Crusius (PSDB) indica que foram recebidos pelo menos R$ 25 mil não declarados à Justiça Eleitoral, segundo a revista "Veja".
Em mensagem ao tesoureiro Rubens Bordini, Feijó diz ter recebido R$ 25 mil da concessionária da General Motors Simpala em dinheiro vivo. O dinheiro, diz a revista, foi enviado ao tesoureiro em uma mochila.
Yeda e seu vice romperam politicamente no segundo turno. Os e-mails de Feijó não são os primeiros indícios da existência de caixa dois na campanha de Yeda. A tucana enfrenta a suspeita de que dinheiro doado ilegalmente por empresas de tabaco bancaram parte da compra da casa onde ela mora.
A Procuradoria Regional Eleitoral apura possíveis crimes eleitorais na campanha tucana e pleiteia autorização do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para que a Polícia Federal investigue Yeda pela compra do imóvel.
A governadora foi procurada pela Folha, mas sua assessoria não emitiu comentário sobre a nova acusação. Em ocasiões anteriores, ela negou a existência da prática de caixa dois.
O advogado de Yeda, Eduardo Alckmin, não comentou a denúncia, alegando não ter tido conhecimento da reportagem, mas afirmou que a acusação do vice-governador é movida por interesse político.
A Folha procurou Paulo Feijó, o gerente de relações institucionais da GM no Estado, Marco Kraemer, e a presidente do PSDB-RS, Zilá Breitenbach. Ninguém ligou de volta.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Tarso se impacienta com Berzoini e exige 'desculpas'

Fotos: ABr e Folha
O ministro petista Tarso Genro (Justiça) está uma arara com o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP).
Tarso foi escolhido pela maioria do PT gaúcho como candidato da legenda ao governo do Rio Grande do Sul.
No último sábado (2), o diário Zero Hora veiculara uma entrevista na qual Berzoini criticara a precocidade da decisão do petismo estadual.
Dissera que a escolha do nome de Tarso era “informal”. Por quê? Ocorreu antes da definição da candidatura presidencial. Algo que afrontaria o estatuto do PT.
Nesta segunda (4), o mesmo Zero Hora publica a reação de Tarso. Abespinhado, o ministro exige um pedido de desculpas de Berzoini.
Referiu-se à manifestação do presidente nacional do PT como “um momento muito infeliz”. Por trás da arenga está o PMDB.
Às voltas com a costura dos palanques estaduais da presidenciável Dilma Rousseff, Berzoini ambiciona uma composição com o PMDB gaúcho.
Algo que parece improvável. Ouça-se o senador Pedro Simon, que preside o diretório do PMDB no Rio Grande do Sul:
“Não posso dizer que é impossível, mas fácil não é. Nos últimos tempos, PT e PMDB têm sido dois polos opostos nas eleições gaúchas...”
“...Se eles nos apoiarem, o que vamos fazer? No Estado, são eles [os petistas] que são complicados e não nós”.
Agora, ouça-se Tarso: “Respeitamos o PMDB, mas o partido é o nosso adversário, um apoiador forte do governo Yeda Crusius [PSDB]...”
“...Isso não significa nenhum desmerecimento do PMDB. Mas até estranho que um presidente de partido [Berzoini] ofereça um apoio não pedido”.
Para o ministro, as declarações do companheiro-presidente, “são constrangedoras e ofendem todo o partido no Estado”.
Tarso completa: “São declarações que apontam até como irrelevantes as pré-candidaturas apresentadas pelo PT gaúcho...”
“Berzoini vai ter de pedir desculpas ao partido no Estado”.
Perguntou-se a Tarso o que teria motivado a manifestação de Ricardo Berzoini.
E ele: “Uma incompreensão, um desconhecimento completo do que ocorre no Rio Grande do Sul...”
Um desconhecimento do “fato de que temos um partido programático, politizado e ético. Foi um momento muito infeliz”.
Escrito por Josias de Souza às 04h32
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Senador Paulo Paim: Pré-Candidato a Presidente da República

Me sinto em condição de saber administrar ou governar
01 de fevereiro de 2009 - ELEIÇÕES 2010 - Entrevista - Zero Hora
Com discrição, o senador Paulo Paim (PT) liberou entidades de aposentados e negros a iniciar uma cruzada nos Estados e na internet para disseminar a possibilidade de sua candidatura ao Palácio do Planalto em 2010.
– Para mim, é uma alegria. Me vejo em um bom momento da política – afirmou o petista.
Na tarde de sexta-feira, Paim estava em seu gabinete em Brasília. O parlamentar conversou por telefone com Zero Hora por 30 minutos sobre o movimento favorável ao seu nome para a Presidência. A seguir, a síntese da entrevista:
Zero Hora – O senhor quer disputar a vaga de candidato do PT à Presidência?
Paulo Paim – Não é questão de querer ou não. Todo homem público, naturalmente, vê com satisfação o seu nome levantado para candidato ao maior cargo do país. Quem não ficaria feliz com isso? Se dissesse o contrário, estaria mentindo. Nem por isso tenho de sair por aí fazendo campanha.
ZH – Supondo que o seu nome ganhe força nos Estados e na internet, o senhor aceitaria postular a candidatura?
Paim – Eles (movimentos sociais) dizem que farão toda a mobilização e virão me procurar para demonstrar a viabilidade da candidatura. Daí, analisarei o quadro.
ZH – Simpatizantes dizem que o senhor estimulou a campanha.
Paim – A base social não depende da tua vontade. Ela se articula e aponta caminhos com os quais aquele que estiver na frente concorda ou não. O movimento surgiu de lá para cá. Em nenhum momento pensei em ser candidato à Presidência. Preparei a minha reeleição ao Senado. Essa base social mostra que quer me impulsionar para um cargo majoritário. Não vou frustar o direito de eles fazerem esse debate, que pode impulsionar o meu nome ou outros.
ZH – Entidades como a Unegro e o Movimento de Consciência Negra Palmares afirmam que o senhor quer que se faça a campanha. Há até uma comunidade oficial no Orkut chamada Paim presidente.
Paim – Isso é improcedente. No Orkut, há diversas iniciativas de “Paim presidente” pelo meu trabalho na Câmara e no Senado. Tu achas que eu teria capacidade, como um senador sem um centavo, de articular tudo isso de forma gigantesca? Só se fosse mágico e tivesse varinha mágica. Imagina se vou criar comunidade. Ninguém discutiu isso comigo.
ZH – O senhor acredita que é possível ser o primeiro negro presidente do Brasil?
Paim – Acredito que um dia o Brasil poderá ter um presidente negro e uma mulher. Quem acreditava que nos Estados Unidos, onde o preconceito racial é forte, seria eleito um negro com esse charme, força e competência? Se na maior potência do planeta aconteceu, por que não pode ocorrer no Brasil? Mas não sei quem será esse presidente negro.
ZH – Esse presidente negro pode ser o senhor?
Paim – Sou o único senador negro. O pessoal faz alguma vinculação porque Obama era senador e também era ligado aos direitos humanos. O processo de construção vai apontar o caminho. Mas pode ser Paulo, Pedro ou João.
ZH – O senhor se considera o Obama brasileiro, como dizem seus apoiadores?
Paim – Me considero Paulo Renato Paim, gaúcho, nascido em Caxias do Sul. Tenho carinho e respeito por Obama. Mas ninguém deve ou pode querer ser cópia de outro.
ZH – Por que o movimento ocorre sem o conhecimento da cúpula do PT?
Paim– Existe uma indicação do partido, não-oficial ainda, que respeito muito (Dilma Rousseff). Eu mesmo tenho advogado publicamente o nome da Dilma. Os movimentos sociais e outros setores estão preocupados com esse debate. Eles entendem talvez que outros nomes devem ser levantados.
ZH – O senhor pretende conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva?
Paim – Esse movimento está tomando mais corpo neste momento. Esperarei para ver até aonde vai. Até março ou abril, haverá um quadro melhor. Se esse movimento tiver força em nível nacional, é natural dialogar com os líderes do PT. Se provocado, tenho obrigação de dialogar com os partidos aliados. Defendo uma política de alianças ampla.
ZH – O senhor conversou com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, provável candidata do PT?
Paim – Não. Todas as vezes que estive no palanque sempre foi elogiando ou defendendo o nome dela.
ZH – Se necessário, o senhor estaria disposto a disputar uma prévia com a ministra?
Paim – Não disputaria prévia. Sou contra prévia. A sociedade organizada por si só deve apontar o caminho de quem deva ser o candidato, fruto da política de aliança do PT.
ZH – O seu objetivo é ganhar visibilidade e se cacifar como candidato ao Palácio Piratini?
Paim – Não trabalho com essa hipótese. Eu preparei com muito carinho a minha reeleição para o Senado.
ZH – O senhor está preparado para governar?
Paim – Depois de tantos anos na vida pública, me sinto em condição de saber administrar ou governar de forma coletiva.
MARCIELE BRUM- marciele.brum@zerohora.com.br
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Arquivo do blog
Quem sou eu
- Blog do Paim
- Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.